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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Evento_Câmara Nacional de Arbitragem na Comunicação

Câmara Nacional de Arbitragem na Comunicação

Palestrante: Paulo Gomes de Oliveira Filho
A Câmara surgiu devido aos inúmeros problemas que os players da publicidade vinham sofrendo em função de ações judiciais envolvendo o uso de direitos de foto, imagem, música, entre outros. 
Conheça e entenda como solucionar as pendências do setor de comunicação nos casos envolvendo o relacionamento comercial entre diversos segmentos e profissionais, e substituir o poder Judiciário, arbitrando com conhecimento em casos relacionados destacadamente ao uso de direitos.

Data: 22 de fevereiro de 2011
Vagas limitadas
Local: Auditório – Grupo RAC
Rua Sete de Setembro 189 – Vila Industrial.
Inscrições: secretaria@appcampinas.com.br ou tel 19 3255.1081


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Café Aberje Campinas


Ou entre em contato: (11) 3662-3990 e/ou paula@aberje.com.br

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

1,99 Um Supermercado Que Vende Palavras

Dica para a aula do Profº Wellington - Psicologia do Comportamento:


Documentário: 

Uma reflexão sobre o comportamento do consumidor na hora da compra.

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Vale a pena assistir!

Divirtam-se!


1,99 Um Supermercado Que Vende Palavras

Relacionamento Empresarial

Relacionamento Empresarial
Por Vera Cavalcanti - 03/11/2002
O Homem precisa comunicar-se bem tecer a palavra e o gesto;buscar a harmonia dos sons; lapidar a forma e a beleza das imagens; colocar-se no lugar do outro; pulverizar idéias antigas; reavaliar crenças e valores; transmutar-se e escolher os caminhos mais viáveis, para alcançar a mente e o coração dos ouvintes.

Quanto mais penso nisso, mas acho que vale a pena resgatar o papel fundamental da comunicação no contexto empresarial.

A comunicação é um processo inexorável, verbal ou não verbal, intencional ou não intencional, a comunicação acontece. Certamente, a necessidade de comunicação é inerente ao ser humano, assim, o processo de interação está presente em toda a organização e é o que mais influi no rumo das atividades e nos seus resultados.

A interação entre as pessoas afeta o funcionamento de cada um e de todos gerando um clima emocional muito próprio daquela empresa ou daquele grupo, criado a partir das relações entre seus membros, levando-os à atitudes de colaboração e cooperação ou de competição e conflitos.

Trabalhar em equipe, formar grupos, falar e ser entendido, propor idéias e ser acolhido parecem desafios ainda a serem vencidos neste milênio.

Nosso cotidiano é preenchido por pequenos atos comunicativos que refletem o ser humano que somos. Falhas na comunicação provocam conflitos e improdutividade e espalham ressentimentos. Traduzir bem nossas mensagens, realizar ligações coerentes entre o pensar, planejar, transmitir e agir nos torna mais preparados para a solução de conflitos interpessoais.

No campo das organizações, a comunicação é matéria prima essencial ao sucesso de qualquer empreendimento. O que mais parece dificultar a compreensão do comportamento humano nas organizações é a insistente tendência de abordagem predominantemente racional. Incontestavelmente os seres humanos não funcionam à feição de máquinas isoladas dispostas lado a lado. Não se pode mais relegar a um plano inferior a importância do diálogo, da coerência verbal e não- verbal. Um excelente comunicador não é necessariamente um líder, mas, com certeza, um líder precisará desenvolver recursos para a utilização correta do processo comunicativo.

Competência interpessoal parece ser a chave para o sucesso do entendimento e da eficácia para se atingir resultados através das pessoas.

Assim...comunicar-se com eficácia é viabilizar relações autênticas pautadas na compreensão e no diálogo. No entanto, as palavras são secas e estéreis até que possamos transformá-las em idéias vivas, expressas através da lógica e da emoção. Essencialmente existem dois tipos comunicação: a objetiva e a subjetiva.

A comunicação objetiva transmite dados, informações, números, diagramas, gráficos proporcionando ao outro melhores condições de análise, julgamento e ação.

A comunicação subjetiva trata de questões intangíveis e expressa os sentimentos que temos a respeito da pessoa com quem falamos, a respeito da situação que está sendo vivida ou a respeito do assunto que falamos.

Na prática, os aspectos subjetivos da comunicação têm um peso muito maior do os objetivos para determinar a boa recepção da mensagem. No entanto, a maioria de nós não se preocupa com os aspectos subjetivos da comunicação. Tentamos ser claros, diretos, objetivos, planejamos o que vamos informar mas, geralmente deixamos de lado qualquer cuidado com que vamos transmitir a respeito de nós mesmos.

Em resumo: a comunicação eficaz é a combinação da capacidade de cativar e obter credibilidade do ouvinte, através da comunicação subjetiva consciente e da capacidade de informar e argumentar, através da comunicação objetiva.

O segredo do relacionamento empresarial eficaz, gerando, gerindo e mantendo uma rede de relacionamentos produtivos está na busca da coerência entre verbo e ação. Está na sinceridade com que cada um se coloca diante da empresa, do trabalho, da equipe, dos clientes enfim, do mundo à sua volta...está em VOCÊ!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Você sabe o que é excelência? Por Fumiko Kouketsu


Você sabe o que é excelência? 
 Por Fumiko Kouketsu

Nos dias de hoje, o mundo empresarial em todas as áreas tem falado muito em buscar a excelência. Mas o que precisamos saber é se realmente entendemos o significado dessa palavra. Excelência, diferentemente do que a maioria pensa, não é a perfeição. Mas buscar melhorar-se a cada dia nas pequenas coisas.
 E sabe o que é mais interessante? Buscar a excelência não é um conceito novo, pelo contrário, quem falou nisso pela primeira vez foi o filósofo Aristóteles: “Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito!”. Em japonês, diz-se Kaizenkai (mudança) e zen (melhor), ou seja, melhoria contínua. O termo americanizado criado por Tony Robbins é Cani (pronuncia-se Canai) Constant and Never Endind Improvement. Então, temos boas notícias: você pode ser excelente todos os dias, e melhor, pode começar agora!
 Podemos ser melhores pais e mães, amigos e profissionais. Você pode mudar seus hábitos, atitudes diárias, etc., nas coisas mais simples e corriqueiras, como: escovar os dentes com a torneira fechada, não jogar lixo na rua, tirar seu prato da mesa, entre outras. Atitudes simples, mas que podem fazer a diferença em sua vida. Você também pode mudar o seu comportamento: sorrir mais, ser mais gentil, agradecer mais vezes ao dia pelas coisas que você já tem, escutar mais, ser mais flexível, usar as "palavrinhas mágicas": com licença, muito obrigada, por favor, etc.
 Experimente adotar esse comportamento apenas por um dia. Estou certa de que, se você fizer isso, vai perceber que as pessoas ao seu redor terão uma mudança incrível. E quer saber mais? Se tentar no segundo ou terceiro dia, vai descobrir que o responsável por essa mudança é você mesmo. Foi você quem mudou, as pessoas apenas retribuíram seu sorriso, sua gentileza. E, quando isso acontecer, muitas coisas boas começarão a ocorrer em sua vida.

 Trecho extraído do artigo O que é excelência?, de Fumiko Kouketsu, que é consultora de vendas.

NRPA - Logo criado pelo aluno Thiago Rabboni

 
 
NRPA
Núcleo de Relações Públicas de Americana

Conheça mais:
e-mail: nrpamericana@gmail.com
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Dica da aluna Fátima Gregolim (RGi Comunicar Idéias)

Quero ser relações Publicas.

Manhêêê! Quando eu crescer quero ser um relações púúúblicas! Por  Victor de Carvalho.


   Frase estranha essa do titulo, né? Tenho absolutamente certeza que ninguém aqui, no auge dos 7 anos de idade, balbuciou tais palavras. Também aposto que nenhum felizardo, (ou não?) pai de nenhuma criança radiante de 7 anos escutou tal frase. Então, o que leva um jovem já amadurecido a escolher tal carreira? Convenhamos, escolher e estudar relações publicas não é tarefa das mais fáceis. Muitas incerteza e duvidas corriqueiras sobrevoam a cabeça dos estudantes - e isso só durante os estudos! nem se fala na hora de pôr o pé no mercado!

   Desde primeiro ano de faculdade, o jovem é corajoso estudante de Relações Publicas está sujeito a um constante turbilhão de emoções. Agora, por que toda essa confusão? Definitivamente, exerce a profissão de Relações Publicas é muito empolgante! Pô qual é? Trocamos idéias com o mais variado tipo de pessoas; comunicamos nossas idéias das mais variadas formas e pelos mais variados meios; damos "nossa cara" aos públicos de interesse; temos um leque absurdo de oportunidade e escolhas; aprendemos teorias interessantíssimas que funciona bem na prática... E isso é só o começo! Nesse momento nosso bravo acadêmico encontra-se em estado de espírito de  pura tranqüilidade e alegria gozando da certeza:" Relações Púbicas é a melhor e mais promissora profissão do mundo!!!" Porém, comendo pelas beiras, surgem pequenos, porém freqüentes, problemas que assombram o estudo da profissão- e a profissão em si. Não são todas as empresas que tem ciência do nosso valor, o mercado é bem apertado, (apesar que, aos poucos, estar se abrindo); assistimos, engenheiros advogados e etc exercendo nossa função- praticamente sempre de maneira porca-; demora um tempo até começarmos, realmente, ver a cor do dinheiro, somos bombardeados com frases como "RP serve cafezinho! RP? Que é isso? Como se faz?" ... Ih, agora a coisa começa a complicar!

   Meus amigos, acabo de apresentar-lhes os principais motivos da desistências universitárias! Imagine a cabeça de um jovem que ainda não tem o futuro concretizado quando se depara com tais probleminhas? Pois é, a eles basta pedir coragem. O jovem que se precipita acredita que a profissão seja a oitava não-maravilha do mundo, encontra-se em um estado de desespero e suor frio. Somando isso com a pressão dos familiares, piadinhas clássicas de colegas de faculdade e/ou de trabalho, a grande vontade de ganhar muito dinheiro, muito rápido e etc, só pode resultar em coisa não muito boa. Em outras palavras: des-sis-tên-cia.
   Fato consumado, é que o jovem da geração "live fast, die young" (em bom português: "Viva rápido, morra jovem." OK, ninguém vai morrer por isso, mais eu não podia deixar passar o bordão.), não se encaixe no perfil do profissional de Relações Publicas. Afinal apresado come cru, meu chapa! O estudante de relações publicas necessitada ter uma paciência de monge na faculdade- o mesmo se repete no mercado de trabalho. Afinal, grande parte da nossa profissão baseai-se a longo prazo. Desde que saia tudo bem feito, que mal tem, hein?

   Acredito que, a faculdade nos dias de hoje, age com ação "filtradora"sobre a honrosa profissão de Relações Publicas. Sairá formado da faculdade de Relações Publicas o estudante que tiver paixão pela sua escolha e paciência para atingir seus sonhos um de cada vez. A frase prefeita de 10 em 10 orientadores vocacionais: " Se fizer o que gosta, não liga pra dinheiro, será feliz na sua profissão." cai como uma luva (gorro?) na cabeça dos estudante de RP. Não que não é possível enriquecer com a profissão. Como toda ótima profissão, a uma boa chance  de enriquecer exercendo a pratica de Relações Publicas, principalmente quando a tal chance é acompanhada pela sabia escolha de fazer uma especialização/mestrado/doutorado. Mas, discutir sobre como e em quanto tempo ganhar dinheiro com Relações Publicas, não se encaixa aqui.

   Finalizando com uma visão pessoal, a faculdades de Relações Publicas, mesmo com algumas incertezas e questões não tão bem resolvidas, vive seu melhor momento. Principalmente por dois motivos: A freqüente presença de grandes pesquisadores das comunicações, seja lecionado, seja publicado e o reconhecimento, finalmente, estamos ganhando a cada dia que passa. Também acredito esta nova geração(2000 em diante) de formados de Relações Publicas será a melhor geração de profissionais que a profissão já teve. Nunca o formando de Relações Publicas teve tantas grandes teorias para pôr em pratica, tantas maneiras diferente de comunicar, tantos assuntos diferentes para debater etc. A faculdade tem momentos extremamente árduos, mas alegrias extremamente positivas no crescimento humano e profissional do cidadão RP. Para os sadios e corajosos estudantes de RP, três palavra: Paciência, dedicação e amor. Ó que dica valiosa, hem? Com essas três coisas, não é só a carreira profissional que dá certo, não é?

   Enfim, você que está se começado agora, está estudando, ou está se formando meus sinceros parabéns! Espero encontra-lo em algum seminário, turma de pós graduação ou empresas por ai. Agora, você que, está pensando em desistir, está desistindo ou já desistiu, pense bem amigo(a). Eu sei que as vezes a coisa pode amedrontar um pouco, mas, êtcha profissão gostosa, viu!


Referencias.
http://www.mundorp.com.br/
 
 
Veja mais no blog RGi Comunicar Idéias: http://rgidivulgacao.blogspot.com/
 

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