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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Relações Públicas x Marketing (Publicado em 24/09/2007)


Relações Públicas e Marketing têm muitas semelhanças. As duas profissões surgem do âmago do capitalismo neoliberal do século XX, com a missão de colaborar com o agigantamento do mercado e o controle da opinião pública.As semelhanças continuam na nova configuração das organizações sociais se formata,impondo transformações significativas para o exercício das duas profissões. Na área do Marketing, surgem termos como marketing social, marketing solidário, dentre outras terminologias que, a priori, seriam inconcebíveis pela incompatibilidade intrínseca dos termos. Na área de Relações Públicas aparecem os pertinentes conceitos de Relações Públicas Populares e Relações Públicas Comunitárias trazidos pela mestra em Comunicação Social, Cicília Peruzzo, em que a autora subverte o papel tradicional da profissão de mera mantenedora do status quo da elite dominante e utiliza as técnicas de relacionamento e comunicação em prol do interesse público e do bem-estar social.

 De acordo com Andrade, algumas confusões são feitas quando fala-se das duas atividades: “Relações Públicas com a comunidade passou a ser "marketing social"; Relações Públicas com as escolas se transformou em "marketing cultural"; Relações Públicas com os poderes públicos é agora "marketing político"; Relações Públicas com o público interno recebeu a denominação de "marketing interno" ou endomarketing; Relações Públicas com os fornecedores tem o nome de "marketing reverso"; Relações Públicas com o público em geral continua sendo "marketing" para o "público consumidor".

Os profissionais de Relações Públicas, julgam que endomarketing não é nada mais do que uma forma diferente de expressar (e praticar) a comunicação interna e que se trata  de uma alternativa (nem tão sutil); de garantir aos profissionais de marketing a entrada em um novo campo de trabalho.

Até nas divergências as relações públicas e o marketing são semelhantes, uma vez que o maior ponto de discórdia entre essas duas profissões está na questão das competências de cada uma dentro de uma organização. O fato é que as Relações Públicas devem conviver harmoniosamente com o marketing, uma vez que são atividades complementares e convergentes. O que não quer dizer que as RRPP devem abrir mão das suas competências no âmbito das organizações ou mesmo no âmbito da sociedade como um todo, ao contrário disso, deve mostrar que são necessárias e imprescindíveis no mix administrativo-comunicacional de uma organização contemporânea.

Fontes:
PERUZZO, Cecília M. K. Portal RP-Bahia, edição 13, ano 4, Salvador-Bahia, maio de 2006. Disponível em <www.rp-bahia.com.br/revista/edição13>. Acesso em 08/10/2007.
ANDRADE, Cândido Teobaldo de Souza. Originalmente publicado no jornal O Estado de S. Paulo, São Paulo, 8 out. 1991. Empresas, p. 2.
ABERJE  -  Associação  Brasileira  de  Comunicação  Empresarial.  Disponível  em  <www.aberje.com.br>. Acesso em: 08/10/2007.


Autor(es) do Artigo:

Reunião NRPA

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Evento_Câmara Nacional de Arbitragem na Comunicação

Câmara Nacional de Arbitragem na Comunicação

Palestrante: Paulo Gomes de Oliveira Filho
A Câmara surgiu devido aos inúmeros problemas que os players da publicidade vinham sofrendo em função de ações judiciais envolvendo o uso de direitos de foto, imagem, música, entre outros. 
Conheça e entenda como solucionar as pendências do setor de comunicação nos casos envolvendo o relacionamento comercial entre diversos segmentos e profissionais, e substituir o poder Judiciário, arbitrando com conhecimento em casos relacionados destacadamente ao uso de direitos.

Data: 22 de fevereiro de 2011
Vagas limitadas
Local: Auditório – Grupo RAC
Rua Sete de Setembro 189 – Vila Industrial.
Inscrições: secretaria@appcampinas.com.br ou tel 19 3255.1081


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Café Aberje Campinas


Ou entre em contato: (11) 3662-3990 e/ou paula@aberje.com.br

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

1,99 Um Supermercado Que Vende Palavras

Dica para a aula do Profº Wellington - Psicologia do Comportamento:


Documentário: 

Uma reflexão sobre o comportamento do consumidor na hora da compra.

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5/10

6/10

7/10

8/10

9/10

10/10


Vale a pena assistir!

Divirtam-se!


1,99 Um Supermercado Que Vende Palavras

Relacionamento Empresarial

Relacionamento Empresarial
Por Vera Cavalcanti - 03/11/2002
O Homem precisa comunicar-se bem tecer a palavra e o gesto;buscar a harmonia dos sons; lapidar a forma e a beleza das imagens; colocar-se no lugar do outro; pulverizar idéias antigas; reavaliar crenças e valores; transmutar-se e escolher os caminhos mais viáveis, para alcançar a mente e o coração dos ouvintes.

Quanto mais penso nisso, mas acho que vale a pena resgatar o papel fundamental da comunicação no contexto empresarial.

A comunicação é um processo inexorável, verbal ou não verbal, intencional ou não intencional, a comunicação acontece. Certamente, a necessidade de comunicação é inerente ao ser humano, assim, o processo de interação está presente em toda a organização e é o que mais influi no rumo das atividades e nos seus resultados.

A interação entre as pessoas afeta o funcionamento de cada um e de todos gerando um clima emocional muito próprio daquela empresa ou daquele grupo, criado a partir das relações entre seus membros, levando-os à atitudes de colaboração e cooperação ou de competição e conflitos.

Trabalhar em equipe, formar grupos, falar e ser entendido, propor idéias e ser acolhido parecem desafios ainda a serem vencidos neste milênio.

Nosso cotidiano é preenchido por pequenos atos comunicativos que refletem o ser humano que somos. Falhas na comunicação provocam conflitos e improdutividade e espalham ressentimentos. Traduzir bem nossas mensagens, realizar ligações coerentes entre o pensar, planejar, transmitir e agir nos torna mais preparados para a solução de conflitos interpessoais.

No campo das organizações, a comunicação é matéria prima essencial ao sucesso de qualquer empreendimento. O que mais parece dificultar a compreensão do comportamento humano nas organizações é a insistente tendência de abordagem predominantemente racional. Incontestavelmente os seres humanos não funcionam à feição de máquinas isoladas dispostas lado a lado. Não se pode mais relegar a um plano inferior a importância do diálogo, da coerência verbal e não- verbal. Um excelente comunicador não é necessariamente um líder, mas, com certeza, um líder precisará desenvolver recursos para a utilização correta do processo comunicativo.

Competência interpessoal parece ser a chave para o sucesso do entendimento e da eficácia para se atingir resultados através das pessoas.

Assim...comunicar-se com eficácia é viabilizar relações autênticas pautadas na compreensão e no diálogo. No entanto, as palavras são secas e estéreis até que possamos transformá-las em idéias vivas, expressas através da lógica e da emoção. Essencialmente existem dois tipos comunicação: a objetiva e a subjetiva.

A comunicação objetiva transmite dados, informações, números, diagramas, gráficos proporcionando ao outro melhores condições de análise, julgamento e ação.

A comunicação subjetiva trata de questões intangíveis e expressa os sentimentos que temos a respeito da pessoa com quem falamos, a respeito da situação que está sendo vivida ou a respeito do assunto que falamos.

Na prática, os aspectos subjetivos da comunicação têm um peso muito maior do os objetivos para determinar a boa recepção da mensagem. No entanto, a maioria de nós não se preocupa com os aspectos subjetivos da comunicação. Tentamos ser claros, diretos, objetivos, planejamos o que vamos informar mas, geralmente deixamos de lado qualquer cuidado com que vamos transmitir a respeito de nós mesmos.

Em resumo: a comunicação eficaz é a combinação da capacidade de cativar e obter credibilidade do ouvinte, através da comunicação subjetiva consciente e da capacidade de informar e argumentar, através da comunicação objetiva.

O segredo do relacionamento empresarial eficaz, gerando, gerindo e mantendo uma rede de relacionamentos produtivos está na busca da coerência entre verbo e ação. Está na sinceridade com que cada um se coloca diante da empresa, do trabalho, da equipe, dos clientes enfim, do mundo à sua volta...está em VOCÊ!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Você sabe o que é excelência? Por Fumiko Kouketsu


Você sabe o que é excelência? 
 Por Fumiko Kouketsu

Nos dias de hoje, o mundo empresarial em todas as áreas tem falado muito em buscar a excelência. Mas o que precisamos saber é se realmente entendemos o significado dessa palavra. Excelência, diferentemente do que a maioria pensa, não é a perfeição. Mas buscar melhorar-se a cada dia nas pequenas coisas.
 E sabe o que é mais interessante? Buscar a excelência não é um conceito novo, pelo contrário, quem falou nisso pela primeira vez foi o filósofo Aristóteles: “Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito!”. Em japonês, diz-se Kaizenkai (mudança) e zen (melhor), ou seja, melhoria contínua. O termo americanizado criado por Tony Robbins é Cani (pronuncia-se Canai) Constant and Never Endind Improvement. Então, temos boas notícias: você pode ser excelente todos os dias, e melhor, pode começar agora!
 Podemos ser melhores pais e mães, amigos e profissionais. Você pode mudar seus hábitos, atitudes diárias, etc., nas coisas mais simples e corriqueiras, como: escovar os dentes com a torneira fechada, não jogar lixo na rua, tirar seu prato da mesa, entre outras. Atitudes simples, mas que podem fazer a diferença em sua vida. Você também pode mudar o seu comportamento: sorrir mais, ser mais gentil, agradecer mais vezes ao dia pelas coisas que você já tem, escutar mais, ser mais flexível, usar as "palavrinhas mágicas": com licença, muito obrigada, por favor, etc.
 Experimente adotar esse comportamento apenas por um dia. Estou certa de que, se você fizer isso, vai perceber que as pessoas ao seu redor terão uma mudança incrível. E quer saber mais? Se tentar no segundo ou terceiro dia, vai descobrir que o responsável por essa mudança é você mesmo. Foi você quem mudou, as pessoas apenas retribuíram seu sorriso, sua gentileza. E, quando isso acontecer, muitas coisas boas começarão a ocorrer em sua vida.

 Trecho extraído do artigo O que é excelência?, de Fumiko Kouketsu, que é consultora de vendas.

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