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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Concurso forma alunos embaixadores da Amazônia

Concurso forma alunos embaixadores da Amazônia

Que a maioria dos jovens está conectada à internet, isso é inegável. Mas o modo como ela é usada por eles é o grande X da questão. Pensando em como aproveitar a interatividade para fazer com que meninos e meninas disseminem mensagens sobre melhores práticas de conservação ambiental, foi lançado o Prêmio Jovem Conservacionista. O concurso pretende identificar e incentivar jovens de 15 a 19 anos, moradores da zona rural daFronteira do Desmatamento da Amazônia – região também conhecida como Arco do Desmatamento, considerada uma das mais desmatadas do país, passando pelo Pará, Mato Grosso, Rondônia e Acre –, para que se tornem embaixadores da Amazônia tanto por meio do uso das tecnologias de informação e comunicação, sobretudo via Facebook e Twitter, quanto por encontros presenciais para explicar a outros jovens como fazer manejo e uso sustentável dos recursos naturais.
“Os jovens estão conectados às redes sociais, trocando mensagens de todo o tipo e o tempo inteiro. O propósito é que eles próprios possam transmitir essas ideias de conservação da natureza para os demais. Na verdade, eles prestam mais atenção uns nos outros do que, por exemplo, se ouvem algo de um biólogo ou um professor”, afirma o biólogo Silvio Marchini, idealizador o projeto.

crédito Edson Grandisoli
 

Marchini começou a divulgar a iniciativa nas escolas públicas da região, que fica na divisa entre o Mato Grosso e o Pará, no segundo semestre de 2012. Formou um grupo de 30 jovens com perfil de liderança e os levou para oficinas presenciais de três dias, quando desenvolveram campanhas de comunicação com iniciativas locais de proteção e uso sustentável dos recursos naturais. Depois, iniciou a produção de documentários, fotos, artigos, cartazes e revistas relacionados a essas ações que acontecem na região. Os trabalhos estão previstos para serem concluídos neste mês.
Como prêmio, os autores dos melhores produtos vão participar de uma oficina para aprimorar as técnicas de comunicação. Além disso, dois jovens serão selecionados para uma viagem a São Paulo, em março, onde vão conhecer redações jornalísticas especializadas em educação e comunicação ambiental e visitar colégios privados para apresentar suas produções, além de dar palestras sobre conservação na Amazônia. No entanto, para ampliar o número de embaixadores, Marchini inscreverá, em fevereiro, o projeto na plataforma de crowdfunding Catarse para captar recursos na tentativa de levar mais jovens a São Paulo, além dos dois previstos.
“A campanha Adote um Jovem será um investimento baixo para os empresários e vai permitir que muitos outros embaixadores continuem a levar mensagens sobre conservação da Amazônia a outros jovens do país”
Segundo Marchini, os embaixadores vão aproveitar a iniciativa para divulgar ações de preservação que já acontecem na Amazônia, como o Óleos Fora D’água, que recupera nascentes, e o Amazônia Sem Fogo, que tem conseguido diminuir o número de queimadas. “O foco é sempre a comunicação horizontal”, enfatiza ele, que é cofundador e coordenador da Escola da Amazônia, projeto desenvolvido pela Fundação Ecológica Cristalino, que realiza iniciativas educativas dedicadas à proteção do bioma amazônico. “Durante os últimos anos, trouxemos muitos jovens de ensino médio de São Paulo para a Alta Floresta [município no estado de Mato Grosso]. Agora, pela primeira vez, fazemos o caminho contrário, de levar os jovens da Amazônia para lá”, diz.
De volta à região de origem, o próximo passo dos embaixadores será o de organizar uma exposição itinerante em que percorrerão as escolas públicas da região para compartilhar as experiências aos colegas. Eles criarão painéis com os materiais produzidos, além de fotos e vídeos feitos durante a viagem à metrópole. “Queremos que isso sirva de estímulo para que mais jovens se inscrevam no prêmio de 2013”, diz Marchini, que já ambiciona novos andamentos à edição seguinte do concurso. Entre eles, está a criação de um portal específico para o projeto e a campanha Adote um Jovem Conservacionista, que, afirma, vão ajudar a ampliar a mudança que eles vêm tentando trazer à vida dos jovens. “A campanha Adote um Jovem será um investimento baixo para os empresários e vai permitir que muitos outros embaixadores continuem a levar mensagens sobre conservação da Amazônia a outros jovens do país”.
Assista a palestra de Marchini no TEDxAm na fala sobre a relação entre os homens e a natureza
 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

A verdadeira educação

 
COMUNICAFAM | Nas asas da Comunicação

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

FILMA BRASIL - O maior concurso de roteiros on-line do Brasil


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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Seca nas Redes Sociais: Problemas e Soluções

A reclamação é geral: os usuários das redes sociais já não aguentam mais compartilhar bichinhos fofos, reclamar da segunda-feira e ver várias atualizações de status sobre o último jogo de futebol.
Vivemos em um momento de crise de conteúdo das redes sociais. Nosso professor Gil Giardelli explica bem esse contexto no artigo “Faz sentido pular de cabeça em uma piscina rasa?”:
“Em um mundo globalizado onde a multidisciplinaridade é muito valorizada, as pessoas se viciaram a compartilhar e a se deter em conteúdos “vazios”. Falam de tudo, mas não sabem de nada.”
O artigo introduz a ideia da notícia lenta, de um texto com ideias mais elaboradas como solução para a crise. Essa proposta, que tem como uma das líderes Ariana Huffington, é uma das soluções apresentadas, mas não é a única.  Em meio a debates com profissionais do meio, leitura e pesquisa, gostaríamos de sugerir outras respostas para o problema atual.

Seja o mais interessante e não o mais “curtido”
Tire um pouco de peso em cima dos tão desejados ‘curtir’. Faça uma análise dos interesses de seu público e trace uma estratégia em cima desses dados. Baseado nesses estudos, fica mais fácil construir uma linha editorial diferenciada. Deixe um pouco de lado o caráter imediatista das redes, e pense a longo prazo. Uma página, por exemplo, bem elaborada e com pitadas inteligentes terá melhores resultados do que outra sem tanta profundidade.
A Forbes dá algumas dicas de como se tornar uma pessoa mais interessante. Use esses conselhos para mudar a forma de produzir conteúdo nas redes.

É preciso educar o público
Cabe a nós, formadores de opinião e profissionais do meio, educar o leitor e dar o primeiro passo para solucionar essa crise. Temos a responsabilidade de estabelecer o tom das redes e incentivar essas mudanças. Se continuarmos compartilhando informações vazias, a situação não irá mudar.

Lembre-se, o conteúdo que você compartilha nas redes é a principal faceta de sua imagem digital.
Dentro dessa reflexão, você acredita que existem outras soluções para a crise de conteúdo nas redes sociais? Você concorda com as nossas propostas? Compartilhe sua opinião.

Por Fernanda Bartels 
Colaboração de Gil Giardelli e equipe Inovadores ESPM

FONTE: http://www.inovadoresespm.com.br/seca-nas-redes-sociais-problemas-solucoes/

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Professor de Relações Públicas será diretor científico da ABRP

Professor Wellington Teixeira

Nesta quarta feira (26), o professor Wellington Lisboa, do curso de Relações Públicas da UNISANTOS, será nomeado diretor científico da ABRP (Associação Brasileira de Relações Públicas). Ele contribuirá com fortalecimento das Relações Públicas, como campo científico e profissional e fará parte de uma diretoria composta por  mais seis professores das universidades USP, Cásper Libero, Belas Artes, PUC-Campinas.

Wellington participará da diretoria de uma das entidades mais representativas desta área, que promove anualmente o conhecido prêmio ABRP, que reconhece os melhores Trabalhos de Conclusão de Curso no País. 

A posse da nova diretoria acontece, às 19 horas,  no Teatro do Centro da Integração Empresa-Escola – CIEE (Rua Tabapuã, 445 – Itaim Bibi), em São Paulo.

FONTE: http://www.unisantos.br/web/guest/18?p_p_id=portlet_apresentar_lista_noticias_WAR_2webapresentarListaNoticias_INSTANCE_diu9&p_p_action=1&p_p_state=normal&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-2&p_p_col_count=4&_portlet_apresentar_lista_noticias_WAR_2webapresentarListaNoticias_INSTANCE_diu9_struts_action=%2Fportlet_apresentar_lista_noticias%2Fmostrar_menu&_portlet_apresentar_lista_noticias_WAR_2webapresentarListaNoticias_INSTANCE_diu9_LIFERAY_SHARED_idNoticia=26723

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Como fazer filmes pelo celular

Assista o vídeo no site: http://www.vivoblog.com.br/como-fazer-filmes-pelo-celular.html


Repare na bicicleta, na sacola ecológica, no clima feliz demais do filme Domingo é dia de Feira, uma demonstração de como Mirna vive de forma mais sustentável. Aviso aos navegantes que também vou fazer um filme com meu celular!
Garimpei umas dicas com Maurício Lídio, que venceu recentemente a mostra competitiva Up To 3′ no Brazilian Film Festival of Toronto, no Canadá. Em abril, também saiu vitorioso na categoria “Filme feito para celular” do Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro.
Bacana como sempre, ele me deu altos conselhos que compartilho agora com vocês. E aviso, desde já, que tenho grandes chances de mandar bem no meu filme, hehe =)
Roteiro“Uma história com começo, meio e fim tende a ganhar muito mais visibilidade. Principalmente se contada de uma forma inteligente. O ideal é que ela dure no máximo três minutos.”
Planos“Busque priorizar planos fechados e de detalhe. Lembre que seu filme será exibido em sites como YouTube, geralmente em telas de 320×240. Portanto, evite o uso dos planos gerais e tente detalhar o máximo possível os elementos em cena. Cuidado com movimentos bruscos!”
Edição
“Vale usar qualquer software, até mesmo o Windows Movie Maker. A edição de filmes feitos com celular deve ser dinâmica, nada de ficar estendendo cenas em excesso.”
Trilha sonora
“Essa etapa é essencial para dar ritmo ao filme, uma das coisas mais importantes em qualquer vídeo, seja rodado em câmera 35mm ou num celular. Nem preciso lembrar que a trilha sonora deve ter coerência com a ideia que o vídeo que passar, não é?!”
Resolução
“Para fazer um bom vídeo com celular, procure uma câmera com no mínimo 1.3 megapixels de resolução. E não abuse do zoom. Ele deve ser usado apenas quando necessário, desde o início do vídeo, ou trocado quando a gravação estiver pausada. Zoom pra lá e pra cá definitivamente não fica legal.”
Finalização“Salve seu vídeo de preferência em AVI, pois esse formato possui uma boa qualidade, além de ser permitido em sites de armazenamento. O vídeo deve ter uma resolução entre 320×240 e 480×320, no mínimo. Não é necessário muito mais do que isso, levando-se em conta o tamanho usado para exibição”.
ass: claudia

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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Revista Comunicação Empresarial - ABERJE

Fique por dentro das novidades!
Leia na íntegra a Revista Comunicação Empresarial ano 22, nº 83, 2º trimestre 2012:
Aberje

Confira um trecho abaixo da matéria da capa:

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